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30-01-2004

Sociologia e Conhecimento, Além fronteiras
Realiza-se no Brasil, de 1 a 5 de Setembro, o XI Congresso Brasileiro de Sociologia, na Unicamp, de Campinas.
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José Carlos Abrantes | 23:39 | link permanente

28-01-2004

LIVROS E REVISTAS
O número 3 da revista MEdia e Jornalismo e três livros foram hoje lançados na Livraria Bulhosa.

A REVISTA MEDIA E JORNALISMO ˆn.º 3 foi apresentada pelo Prof. Doutor José Rodrigues dos Santos e os livros OS JORNALISTAS PORTUGUESES 1933-1974, de Rosa Sobreira, O CRIME NOS MEDIA, de Cristina Carmona Penedo e LINGUAGEM E MODERNIDADE, de Gil Baptista Ferreira foram apresentados pelo Prof. Doutor Paquete de Oliveira. A intervenção de José Rodrigues dos Santos pôs em destaque os dois momentos, em que, segundo ele, o jornalismo de guerra feito em Portugal ganhou algum destaque: na guerra civil espanhola (dado que os repórteres portugueses, muito controlados ideologicamente, tinham acesso a situações e locais a que outros não tinham) e agora, em 2003, com a guerra do Iraque, em que Carlos Fino foi o primeiro a pôr nos écrãs os bombardeamentos (e aqui teria jogado o videotelefone com o embaratecimento das comunicações que deu trunfos ás estações mais pequenas ou menos ricas que a CNN ou a BBC).

Da intervenção de Paquete de Oliveira retenho este ter posto em relevo a dimensão inter universitária do CIMJ.

Aos autores, os meus parabéns.

José Carlos Abrantes | 23:01 | link permanente

22-01-2004

Enciclopedias, dicionarios, etc....

Karla Tonella, da Universidade de Iowa, compilou recursos para jornalistas que, julgo, sao uteis para investigadores. Talvez os jornalistas nos EUA se possam comparar aos investigaodres em Portugal…

José Carlos Abrantes | 18:43 | link permanente

20-01-2004

SEGREDO DE JUSTIÇA
Pessoalmente acho escandaloso que o segredo de justiça seja constantemente violado e que os jornalistas tenham um estatuto, acima das leis, que os impunibiliza, na prática, face às constantes violações. Sou por isso favorável a mexer na lei para tornar, simbólicamente, mais explícito a publicitação de factos que estão em segredo de justiça é um crime e que esse crime é praticado por quem cria a fuga e por quem é receptador dessa fuga, ampliando-a. Ainda recentemente ouvi João Salgueiro, no programa de Maria João Avilez, lembrar como os portugueses têm um comportamento nas estradas de Portugal e outro nas de Espanha, pois, nas do país vizinho, não grassa a impunidade e os condutores adaptam-se a essa falta de permissividade, ……cumprindo. Um dos elementos letais para qualquer sociedade é o sentimento de impunidade que os cidadãos experimentam, tornando-os convictos, que eles também, podem pisar o risco, neste ou naquele aspecto, sem que daí lhe advenham consequências negativas.

Mais sábios e prudentes do que eu são o Presidente da República e Vital Moreira, pois um e outro se pronunciam pela não necessidade de reforçar a lei, embora defendendo ambos a necessidade de punir, com a lei actual, os excessos e desmandos. Vale a pena ler as declarações do primeiro e o artigo do jurista na edição de hoje do Público.
Mas se a a lei actual prevê, porquê mudá-la? Por exemplo responderei, para que esse acto fosse um símbolo de que se quer mesmo mudar a situação. Se ela mudar sem lhe mexer, melhor….Mas duvido que mude.

José Carlos Abrantes | 17:31 | link permanente

15-01-2004

Seminários de formação

Mais uma vez chamo a atenção para os seminários do Poynter Institut. Talvez a Fundação Luso Americana, a Gulbenkian ou a FCT possam ajudar os eventuais interessados.

José Carlos Abrantes | 22:11 | link permanente

13-01-2004

Programa do Clube dos Jornalistas

Foi interessante o primeiro programa do Clube dos Jornalistas na Dois, aliás com a presença da Estrela Serrano. Embora longo (1 hora) avivou-se com alguns depoimentos externos. Fiquei apesar de tudo com a sensação que poderia ser mais diversificado dada a duração. Porque não incluir por exemplo, uma análise das aberturas dos principais telejornais durante a semana ou outra ideia alguns exemplos de como foi um assunto tratado nas telelevisões?
Sabe bem ver o jornalismo discutido pois os jornalistas não gostam muito, nem têm tempo. Boa iniciativa do Clube dos Jornalistas aproveitando a janela da sociedade civil.

Na 2:
Domingos, 19h.

José Carlos Abrantes | 23:19 | link permanente

12-01-2004

Uma revista

American Journalism Review

José Carlos Abrantes | 23:45 | link permanente

09-01-2004

Convenção da AEJCM, Toronto 1 a 4 de Agosto
The programming groups within the Council of Divisions of the Association for Education in Journalism and Mass Communication invite submission of original, non-published research papers to be considered for presentation at the AEJMC Convention, Aug. 4-7, 2004, in Toronto, Canada.

Papers até 1 de Abril. Ver research paper call.

José Carlos Abrantes | 23:37 | link permanente

Uma Associação, a AEJCM

Vale a pena ver o site da AEJMC.

The Association for Education in Journalism and Mass Communication is a non-profit, educational association of journalism and mass communication faculty, administrators, students and media professionals. Founded in Chicago, Illinois, in 1912, AEJMC has some 3,500 members around the world.

José Carlos Abrantes | 23:31 | link permanente

Regular a comunicação social
Como regular a comunicação social, perguntava o José Carlos Abrantes?

Acho que a solução passa em parte por desmontar a ideia, alimentada anos a fio, por exemplo por "O Independente", de que os titulares de cargos públicos devem estar sujeitos a uma vigilância maior (no que se refere ao in/cumprimento das leis e à corrupção) do que os titulares de empresas privadas.

Esta ideia, e esta prática jornalística de atenção face aos atropelos à lei dos ministros e desatenção face aos atropelos à lei dos empresários, contribui para a perpetuação desta espécie de "contrato social" através do qual os portugueses toleram as "facadinhas na lei" dos outros, esperando que os outros desculpem as suas.

O fechar dos olhos por parte dos media à corrupção institucionalizada dos privados (como o não pagamento de impostos) cria o "pântano" onde os mesmos media se sentem legitimados para darem as SUAS PRÓPRIAS facadinhas na lei, nomeadamente o desprezo pelos regulamentos da publicidade, pelas excepções ao anonimato das fontes, etc., etc.

Todos somos iguais perante a lei: não são só os ministros e o presidente da república. Se isto fosse interiorizado pela sociedade, se a palavra fosse passada, o caminho estaria aberto para a regulação dos media (e não só dos media, claro).

Pedro Diniz de Sousa | 19:58 | link permanente

08-01-2004

Um centro de investigação

Um site de um centro de investigação em Jornalismo de St Petersbourgh
JOURNALISM RESEARCH CENTRE vale uma vista de olhos.
“The Journalism Research Centre is established at MMC to implement research projects in the sphere of journalism, give practical assistance to the mass media staff in journalism research, provide consulting, methodological and practical services in the area of scientific research.
The Centre services journalists, advertising agencies, press-services, information agencies, research companies.”

José Carlos Abrantes | 20:13 | link permanente

06-01-2004

Regular a comunicação social
Como regular a comunicação social? Questão levantada pela comunicação ao país de Jorge Sampaio, ontem. Hoje no Público pode ler-se uma reflexão de. Sebastião Lima Rego , membro da Alta Autoridade.

José Carlos Abrantes | 20:14 | link permanente

Record online
O acesso às notícias online do jornal desportivo Record passa a ser exclusivo a utilizadores registados. Vêm aí conteúdos pagos?

António José Silva | 19:54 | link permanente

05-01-2004

Provedores dos leitores
Manuel Pinto foi nomeado Provedor dos Leitores do Jornal de Notícias, depois de Joaquim Furtado o ser também para a mesma função no Público. A um e a outro o desejo das maiores felicidades numa função que interroga o jornalismo, ajudando por isso a pensá-lo.

José Carlos Abrantes | 20:02 | link permanente

© Centro de Investigação Media e Jornalismo, 2000-2007 | última actualização: 20.04.2007