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Segunda-feira, Outubro 06, 2003
 
TELEVISAO O DN refere-se à petiçao ontem aqui divulgada, falando também do Schneidermann autor de televisao (Arret sur Images, La Cinquieme, 11h30-12h30, domingos).



 
IMPRENSA E LIBERDADE

Para quem desejar assinar uma petiçao contra o despedimento de Daniel Schneidermann , cronista do Le Monde, aqui fica o site de que transcrevo o texto que a lançou a petiçao e que já foi assinada por mais de uma centena de pessoas. Lembro que Daniel Schneidermann foi o ultimo conferencista da primeira série do Falar Televisao, com uma conferência realizada em 1 de Julho de 2002. A sessao foi intitulada A televisao vista pela televisao.


A liberdade de escrever

Um despacho da AFP de 1 de Outubro da conta que o jornalista Daniel Schneidermann foi convocado pela direcçao do jornal Le Monde para uma reuniao prévia ao seu despedimento. Um novo livro de Schneidermann, Le Cauchemar Médiatique, renova criticas à direcçao do quotidiano pelo modo como este geriu as acusaçoes contidas numa outra obra, La face cachée du Monde, de Pierre Péan et Philippe Cohen. Segundo o P?blico de 30 de Setembro, Daniel Schneiderman afirma na obra, apresentada em 2 de Outubro, que "o 'Le Monde', mais do que responder como um cla siciliano ofendido pela provocaçao de um cla rival (...), deveria responder como um jornal numa democracia desenvolvida do século XXI: abrindo as suas contas e os seus arquivos."

Os abaixos assinados consideram este despedimento injusto e censorio, indicador de que a liberdade de pensamento nao é uma batalha terminada, mesmo em França, um dos berços da democracia e saudam o jornalista enquanto critico em geral e enquanto critico face ao poder dos patroes dos media.





La liberté d’écrire

Une dépêche de L’Agence France Presse (1 Octobre) signale que le journaliste Daniel Schneidermann a été convoqué pour un entretien préalable à son licencement par la direction du journal Le Monde. Dans un nouveau livre, Le Cauchemar Médiatique, Schneidermann reprend quelques unes des critiques à la direction du quotidien. Elles concernent la façon maladroite don’t le journal a géré les acusations qui avaient été formulées dans une autre oeuvre , La face cachée du Monde, de Pierre Péan et Philippe Cohen. Daniel Schneidermann afirme dans son livre, paru le 2 Octobre, que "Le Monde ne devrait pas réagir comme un clan sicilien provoqué par un autre clan rival (…..) mais qu’il devrait plutôt répondre comme un journal qui fonctionne dans une démocratie du XXI siècle: para l’ ouverture des ses finances et de ses archives" (cité par le quotidien portugais P?blico, du 30 Septembre).

Les signataires considérent ce licencement injuste et un acte de censure. C’est pour eux un indice que la liberté de la presse n’est pas une bataille finie, voire en France, un des berceaux de la démocratie. Ils saluent Daniel Schneidermann en tant que critique en géneral et en tant que critique face au pouvoir des patrons des médias.


Eduardo Cintra Torres
José Carlos Abrantes




 
IMPRENSA E LIBERDADE

Para quem desejar assinar uma petiçao contra o despedimento de Daniel Schneidermann , cronista do Le Monde, aqui fica o site de que transcrevo o texto que lançou a petiçao ja assinada por mais de uma centena de pessoas. Lembro que Daniel Schneidermann foi o ultimo conferencista da primeira série do Falar Televisao, com uma conferência realizada em 1 de Julho de 2002. A sessao foi intitulada A televisao vista pela televisao.


A liberdade de escrever

Um despacho da AFP de 1 de Outubro da conta que o jornalista Daniel Schneidermann foi convocado pela direcçao do jornal Le Monde para uma reuniao prévia ao seu despedimento. Um novo livro de Schneidermann, Le Cauchemar Médiatique, renova criticas à direcçao do quotidiano pelo modo como este geriu as acusaçoes contidas numa outra obra, La face cachée du Monde, de Pierre Péan et Philippe Cohen. Segundo o Publico de 30 de Setembro, Daniel Schneiderman afirma na obra, apresentada em 2 de Outubro, que "o 'Le Monde', mais do que responder como um cla siciliano ofendido pela provocaçao de um cla rival (...), deveria responder como um jornal numa democracia desenvolvida do século XXI: abrindo as suas contas e os seus arquivos."

Os abaixos assinados consideram este despedimento injusto e censorio, indicador de que a liberdade de pensamento nao é uma batalha terminada, mesmo em França, um dos berços da democracia e saodam o jornalista enquanto critico em geral e enquanto critico face ao poder dos patroes dos media.





La liberté d’écrire

Une dépêche de L’Agence France Presse (1 Octobre) signale que le journaliste Daniel Schneidermann a été convoqué pour un entretien préalable à son licencement par la direction du journal Le Monde. Dans un nouveau livre, Le Cauchemar Médiatique, Schneidermann reprend quelques unes des critiques à la direction du quotidien. Elles concernent la façon maladroite don’t le journal a géré les acusations qui avaient été formulées dans une autre oeuvre , La face cachée du Monde, de Pierre Péan et Philippe Cohen. Daniel Schneidermann afirme dans son livre, paru le 2 Octobre, que "Le Monde ne devrait pas réagir comme un clan sicilien provoqué par un autre clan rival (…..) mais qu’il devrait plutôt répondre comme un journal qui fonctionne dans une démocratie du XXI siècle: para l’ ouverture des ses finances et de ses archives" (cité par le quotidien portugais P?blico, du 30 Septembre).

Les signataires considérent ce licencement injuste et un acte de censure. C’est pour eux un indice que la liberté de la presse n’est pas une bataille finie, voire en France, un des berceaux de la démocratie. Ils saluent Daniel Schneidermann en tant que critique en géneral et en tant que critique face au pouvoir des patrons des médias.


Eduardo Cintra Torres
José Carlos Abrantes





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