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Sábado, Julho 26, 2003
 
Estará a Internet a fazer baixar as guardas dos jornalistas? Mark Glaser na Online Journalism Review acha que sim: "E-mail interviews and Web searches can be helpful when used with discretion, but some experts fret that reporters are letting their guard down, making themselves vulnerable to online hoaxes."


 
Como é que os jornais lidaram com as imagens dos cadáveres dos filhos de Sadam Hussein? No Poynteronline podemos encontrar uma série de exemplos sobre os diferentes tratamentos dados. Em cyberjournalist.net uma lista de jornais com as localizações das fotos.
A discussão centra-se essencialmente sobre a violência das imagens, se elas deveriam ser ou não publicadas e, a serem publicada,s se deveria existir um aviso sobre o choque que elas provocam.
O The Daily Telegraph(este link aponta para imagens eventualmente chocantes. Siga-o por sua conta e risco), por exemplo publicou-as na primeira página. Qualquer aviso é absolutamente desnecessário. Eu não as publicaria na primeira página. Mesmo se fosse num jornal britânico ou americano. E se por uma qualquer razão me visse obrigado a publicá-las evitava a paginação do The Daily Telegraph onde, mesmo por cima das fotos, há uma frase do cabeçalho que diz: BRITAIN'S BEST SELLING QUALITY DAILY.
[publicado no Sopa de Pedra]


 
Segunda-feira, Julho 21, 2003
 
Fica aqui um interessante artigo de Jon Friedman, editor da CBS.MarketWatch.com em Nova Iorque, sobre a importância e benefícios da Internet para um diário feito de "árvores mortas" como é o Washington Post. Para o CEO do Wahsington Post a estratégia do divisão online é: "First, we leverage the tradition of being very important locally. Eighty percent of our total audience comes from outside the Beltway. It's important because there is an opportunity for us to put the Washington Post into more hands than ever before."
Esta é uma estratégia que não deveria ser descurada pelos jornais nacionais. O Público, por exemplo, tem as edições Lisboa, Porto, Minho e Centro. Na edição online é apenas possível encontrar as edições de Lisboa e Minho, por vezes também a do Porto. Só a edição centro é que não é possível encontrar na Internet.
[é necessário fazer o registo gratuito para aceder ao artigo]

[Também lido no Sopa de Pedra]




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