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Sábado, Março 01, 2003
 
Fica aqui um e-mail que recebi do António Granado.

Research Studentships in Science and Technology Studies
University of Oxford
Saïd Business School

Applications are invited for one or two Research Studentships in the general area of Science and Technology Studies, tenable from 1st October 2003 for a period of three years.
The Saïd Business School is developing major research interests in this area. Current topics include social impact of new electronic technologies, science and governance, technology and accountability, science entrepreneurship, science studies and social theory, STS and management studies, and eScience. It is currently home to the ESRC Science in Society programme www.sci-soc.net (and, until recently, the ESRC Virtual Society? programme www.virtualsociety.org.uk).
Applicants will have experience and/or interests in any area of the social dimensions of science and technology. They will normally already have some social science or humanities research training (to Masters level) and will register for a DPhil degree. However, in exceptional circumstances, they may be admitted to follow the MSc in Management Research in the first instance.

The studentships are to the value of full time home / EU (or overseas) fees plus a stipend towards living costs. The studentship includes opportunities for some teaching and research assistance.
The closing date for applications is 10th April 2003. For further information and application forms please contact Audrey Leishman, Research Degrees Coordinator quoting STS-2003 at audrey.leishman@sbs.ox.ac.uk or visit http://www.sbs.ox.ac.uk/html/doctoral_finance.asp. Informal enquiries may be addressed to Professor Steve Woolgar at steve.woolgar@sbs.ox.ac.uk
Many thanks,
Steve Woolgar
Professor Steve Woolgar
Saïd Business School
University of Oxford
Park End Street
Oxford OX1 1HP
Tel: +44(0)1865 288934
Fax: +44(0)1865 288805
www.virtualsociety.org.uk
www.sbs.ox.ac.uk




 
Sexta-feira, Fevereiro 28, 2003
 
IDEIAS Debate e intervenção

Compreendo a questão sublinhada pelo António Granado (no Ponto Media, retomada hoje) como sendo um problema que, neste momento, preocupa os cidadãos portugueses e que deve ser, por isso, discutido no espaço público. Hoje, no editorial do Público, José Manuel Fernandes assinala que, no jornal de ontem, por coincidência, se juntavam três textos que questionavam o papel da comunicação social. E refere que os jornalistas, ao exigirem transparência aos outros, têm que permitir que se discuta também a pertinência dos métodos jornalísticos.
Estou também de acordo com algumas posições que Pacheco Pereira assume no artigo de ontem do Público (ver o link, neste blogger, no texto de António José Silva). Apesar disso tenho grandes dúvidas sobre a auto-regulação e não tenho uma posição tão firme sobre a inutilidade de um orgão externo de regulação (embora a "baixa" aceitação e ineficácia da Alta Autoridade ajude este juízo).
Frequentemente se diz que a qualidade da comunicação social é aferida pelo mercado. Será um argumento? Também os produtos comerciais estão no mercado e são de facto inspeccionados, verificados por entidades fiscalizadoras. Basta estar atento socialmente para perceber que há muitos cidadãos insatisfeitos sobre coberturas de casos recentes em que os media (sobretudo as televisões generalistas) amplificaram crises a partir da denúncia legítima de problemas (casos da pedofilia) ou de acontecimentos (caso de Entre os Rios, por exemplo).
Parece-me que a ideia central do artigo de Pacheco Pereira de ontem é a do debate público sobre os meios de comunicação social ser escasso. E aí estou inteiramente de acordo. Por isso o CIMJ tem feito os Falar Televisão, embora, obviamente, se trate de uma gota de água num oceano de necessidades. Aliás, o próximo Falar Televisão será intitulado Ainda há jornalismo nas televisões generalistas? (dia 27 de Março, às 18horas, no Instituto Franco Português) exactamente para discutir o estado actual do jornalismo nas estações generalistas.
Acrescentaria à necessidade de aumentar o debate público a necessidade de incrementar a intervenção pública sobre a comunicação social e os media. Os juristas sentem-se atingidos? Processam os jornalistas ou os media se estes são ofensivos ou desrespeitam a lei? Aplausos, outras categorias sociais e profissionais o devem fazer. Os pais sentem ofensa pelas imagens que não podem, por lei, ser exibidas a determinadas horas? Devem lavrar o seu protesto, accionar todos os mecanismos que estiverem à disposição para repôr a situação que considerem justa. E assim por diante, fazendo saber aos jornalistas e aos empresários da comunicação social que nem tudo lhes é permitido. Há por outro lado a educação para os media, a educação para a imagem, a literacia mediática, formas de intervenção que se devem expandir a nível educativo, como na própria produção mediática.
Mas se a educação é decisiva, o debate e a intervenção cívica são elementos imprescindíveis para melhorar, a curto prazo, a comunicação social e os media numa época de laxismo (de terceira fila no estacionamento) e de vale tudo nos écrãs. Porque os media e a comunicação social não avançam num terreno neutro: avançam na cumplicidade com outra práticas sociais, também laxistas, também irresponsáveis, também socialmente penalizantes e, noutros casos, sintonizados com práticas sociais mais positivas.


 
Quinta-feira, Fevereiro 27, 2003
 
No Público de hoje saíram dois artigos de opinião particularmente interessantes: um de Eduardo Prado Coelho a propósito do programa Acontece; o outro de José Pacheco Pereira que começa assim: ''Há um escasso debate público sobre a qualidade da comunicação social''.
A não perder também os weblogs Ponto Media e Jornalismo e Comunicação onde António Granado e Manuel Pinto podem estar a inicar um diálogo interessante a propósito do tema.


 
Quarta-feira, Fevereiro 26, 2003
 
Desde hoje, o site da Infoamerica (www.infoamerica.org), na secção de revistas académicas, tem um ícone com a capa da nossa revista Media & Jornalismo e link para o CIMJ. A revista é apresentada como propriedade do Centro de Investigação Media e Jornalismo de Portugal. O site da Infoamerica pertence à universidade de Málaga.




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