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Sexta-feira, Fevereiro 07, 2003
 
Um livro saído há pouco (David Hesmondhalgh (2002). The cultural industries. Londres, Thousand Oaks e Nova Deli: Sage) reflecte profundamente na importância da digitalização nos media. Escreve Hesmondhalgh, que os "velhos" media - como a fotografia, o disco sonoro, o cinema, a rádio e a televisão - assentavam em sistemas analógicos. Hoje, o código binário (zeros e uns) da digitalização permite eliminar interferências no sinal, ter reproduções mais fiéis e efectuar manipulações do original. O autor refere nomeadamente indústrias culturais como a música de consumo, as publicações electrónicas, os jogos vídeo e de computador, a internet e a televisão digital. O livro aborda alguns pontos essenciais, segundo os meus interesses pessoais, a saber: a descentralização das redes www, o acesso fácil (mas desigual, conforme os rendimentos económicos, e que Castells, em livro finalmente traduzido pela Gulbenkian há escassas semanas, salienta) e os efeitos no consumo. Aqui, detecta uma tendência, que vale a pena pensar. No tempo da "velha" televisão (tipo RTP), o telespectador-consumidor pagava a aquisição do receptor e a electricidade para o alimentar e sujeitava-se a uns quantos períodos de anúncios publicitários. Com a televisão por cabo, paga-se uma assinatura por um pacote de canais, ao lado dos anúncios publicitários; além disso, há outros canais com assinatura independente. Quando vier a televisão digital, o telespectador-consumidor terá ainda de comprar um novo receptor (ou a caixa de descodificação, pelo menos, até ao switch-off da televisão analógica). Isto é, o meio de comunicação chamado televisão passou de um preço inicial (compra do aparelho) e um valor residual mensal (electricidade a pagar) para um valor mais elevado (assinatura geral por pacote e assinatura específica por canais suplementares). Será que mais canais (abundância) garantirão mais conteúdos diferenciados?


 
Os sites de informação na Internet estão preparados para uma eventual (mas cada vez mais certa) guerra entre os Estados Unidos e o Iraque? Este artigo de BEN SILVERMAN no newyorkpost.com fala do que estão a fazer os principais sites americanos para garantir a cobertura dos acontecimentos.


 
Quinta-feira, Fevereiro 06, 2003
 
O European Journalism Centre em Maastricht organiza um workshop de web design. Destinado a jornalistas e professores de jornalismo, o workshop de um dia pretende abordar as bases do planeamento, organização e construção de websites.


 
Terça-feira, Fevereiro 04, 2003
 
Se quiser ver o indice da Columbia Journalism Review, número de Janeiro-Fevereiro, 2003,
vá a
http://www.cjr.org/year/03/1/index.asp
Talvez algum artigo lhe interesse...


 
A mensagem seguinte recolhi-a hoje na newsletter do European Journalism Centre. Caso a vigilância electrónica fosse para a frente, este email ou um movimento qualquer de pagamento do meu cartão de crédito estaria a ser vigiado por um Grande Irmão. O mundo está mesmo perigoso...

A setback for Big Brother
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The European Union has received its first serious challenge to
controversial internet privacy guidelines drawn up last year in the
wake of the terrorist attacks in the US. Thirty-eight European
Parliament members, from a wide spectrum of political parties, have
signed an open letter to the European Commission opposing the
electronic surveillance of EU citizens. The commission's proposals
would force telephone and internet companies to retain data for a
period of 12 to 24 months, during which time it could be accessed by
law enforcement agencies. The data could be made up of phone calls,
e-mails, individual web use details or credit card transactions. The
letter claims that mandatory retention of such data violates Article 8
of the EC's charter of human rights and could undermine democracy
rather than defending it. In the US, the Senate unanimously voted
last month for suspension of an electronic surveillance project.

Source: http://www.journalism.co.uk/news/story562.html -
Journalism.co.uk


 
Segunda-feira, Fevereiro 03, 2003
 
FALAR TELEVISÃO IX

Realizou-se na passada 5a feira, dia 30 de Janeiro, no Forum da Associação 25 de Abril, o IX Falar Televisão, com Ana Sousa Dias, autora do Por Outro Lado, RTP2. Estiveram presentes alguns dos convidados do programa nomeadamente Fernando Catarino, botânico, Maria José Morgado, jurista, Manuel de Brito (pai, galerista e filho, professor), Daciano da Costa, designer, João Paulo Martins, especialista em vinhos, Fernando Nobre, presidente da AMI, Alice Vieira, escritora e jornalista, João Lin Yun, astrónomo, Maria Emília Brederode Santos e Inês Sim-Sim, especialistas de educação.
Ana Sousa Dias explicou como faz as suas entrevistas, como as prepara, como escolhe os seus convidados e traçou o seu percurso no jornalismo escrito e televisivo numa sessão que se caracterizou por uma grande convivialidade.




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